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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Pedro Brant

Brainstorm sobre voo

Você se sente um pássaro ou uma árvore? Que pergunta estranha né? Você espera o vento soprar, ou voa para senti-lo? Segue estranho né? Me acompanhem que fará sentido. Prometo.


Algumas pessoas são resistentes a mudança, procuram um lugar para fazer suas raízes, chamarem de lar, e ali se acomodarem por toda sua vida. Outras parecem que estão sempre à voar de encontro a novos terrenos, novas árvores, novos pássaros. Quando se estabelecem, fazem um ninho para um período, e uma vez cumprida a missão, tornam a voar.


Mas não é incomum ocorrer de nascer um filho pássaro de pais árvores. Enraizados por anos no mesmo lugar, próximo de tudo que conhecem, com receio do desconhecido, estes pais tentam impedir seus filhos de voar, tentam ensinar pássaros a se enraizar. Mas impedir um pássaro de voar é impedir sua natureza.


Estamos numa transição de gerações, antes estabilidade era um luxo que todos queriam. O ambiente fez com que muitos crescessem como árvores, com raízes bem fundas. E hoje seus filhos, estão num mundo diferente, estão prontos pra voar.


Muito se engana que esses voos são sem medo do desconhecido. Mas a coragem reside em desbravar não só novos territórios, mas novas zonas do teu próprio ser. Estamos não só voando, mas no permitindo questionar, sentir, chorar, amar, viver, conhecer.


Pra todos que se identificaram como árvores, entendam o voo dos pássaros, admirem cada cambalhota, os apoiem em cada queda. Compreendam que somos diferentes, e sempre será bom ter uma árvore para pousar e nós darem apoio. 


Aos meus amigos viajantes, esse texto, tem um propósito diferente. É um lembrete, pra nós que nascemos para voar. Não se esqueçam sempre de bater suas asas, mesmo quando estiver repousando. Tua natureza vai te chamar cedo ou tarde, e será hora de voar. Esteja bem alongado quando este momento chegar.


Bom voo.


Fonte da Imagem: Pinterest


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sexta-feira, 2 de setembro de 2022

Pedro Brant

O brainstorm do artista

Vou te convidar a um exercício reflexivo. Talvez filosófico. Quero que seja hoje um pintor. Suas mãos e mente tem tudo para fazer os melhores e mais incríveis quadros do mundo. 


Te dou agora uma caixa de pincéis, com todos os tipos de pincéis que você possa precisar. Mas não te dou tela, não te dou tinta. 


Todo dia ao acordar, uma tela e algumas tintas estarão te aguardando. Essa tela pode ser branca, pode estar manchada, pode estar suja, ou quem sabe pode até vir já com alguns desenhos e pinturas para ajudar. 


Todo dia receberá potes com cores diferentes, por vezes terá mais cores do que precisa pra fazer a arta que queria. Mas vários outros dias te faltarão cores, e terá de pintar com o que recebeu. 


Aposto que raros serão os quadros que sairão como desejou. Muitos sairão feios, alguns tenho certeza que duvidará que pode ser chamado de arte. 


Se não notou a analogia até agora, as telas são nossos dias, e não podemos controlar muitos fatores neles. Sejam as cores que recebemos ou o quão boa ou ruim é a tela que teremos para pintar. 


Mas somos bons pintores, com o tempo aprendemos que podemos misturar tintas, que é possível pintar só com tons de cinza, que uma tela toda preta pode ser um desafio interessante. 


O segredo é não desistir de pintar, por mais que faça tempo que não receba boas telas e boas tintas, que pareça que a criatividade se esgotou, você ainda é o melhor pintor da sua vida e o único que pode pintar o seu dia. Mesmo que as vezes possa pedir ajuda, ninguém pode pintar sua vida por você. 


No museu da vida todas essas telas tem significado, todas elas te ensinaram algo. Sejam as borradas por suor e lágrimas ou as quase totalmente brancas, bem como as mais belas criações cheias de detalhes, vida e sentido. Todas fazem parte da construção da história do museu do seu artista. 


Por vezes alguns de nós pensam em deixar seus pincéis caírem, e a vocês que pensam isso, como alguém que já soltou os próprios pincéis antes, seguir a pintar e buscar ajuda pra conseguir melhores telas e melhores tintas farão diferença. 


Nem só de grandes obras vivem os artistas, nem só de grandes momentos se é feita a vida. Se estiver muito difícil, peça ajuda. Uma cocriação sempre pode ser bem vinda. 


Sua próxima grande obra ainda estar por vir.


Fonte: Estado de Minas


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sábado, 18 de dezembro de 2021

Pedro Brant

Brainstorm sobre heróis

 Você tem consciência de como seus atos influenciam as pessoas ao seu redor? Ou invertendo a visão dos fatos, você deixa as pessoas saberem o quanto elas influenciaram suas vidas? Acredito que para a maioria, a resposta de ambas seria não.


Por esse simples motivo vários heróis invisíveis nascem sem que nunca saibamos que foram importantes para alguém. Sejam por simples ações rotineiras, ou um bom dia numa hora apropriada, uma mão amiga naquele momento desesperador, uma companhia, uma conversa, uma ideia, enfim, qualquer que seja o motivo, esses heróis acendem uma chama que estava morrendo ou, até mesmo, apagada. Sem nunca saberem como fizeram as chamas voltarem a queimar dentro daqueles que foram salvos, eles seguem seus caminhos sem saber que fizeram algo por alguém.

Temos dois cenários envolvendo nossos heróis ou heroínas do dia-a-dia.

Vamos ao primeiro, é quarta-feira, aquele cliente super exigente te fez ir pro trabalho uma hora mais cedo, você não pode nem acordar com seus filhos, dormiu mal por causa do horário e da preocupação, essa reunião põe muita coisa em jogo, seu chefe está te pressionando por resultados. Soa ligeiramente familiar? Trocando contextos parece muito a vida geral de um adulto certo?

Agora peguemos nosso indivíduo indo ao trabalho, entra no ônibus e prepara para seguir caminho até o trabalho, são geralmente 90 minutos, e neste horário com certeza iria em pé, o que por si só é um problema pois aquela dor do joelho voltou com força total essa semana por conta do estresse.

Vendo a cara de dor daquela pessoa, alguém aleatoriamente o cutuca e oferece seu lugar. “Já vou descer na próxima, pode ficar aqui.” Situação rara não? Estamos cada vez mais egoístas. Cada vez menos ajudando o outro em prol do nosso bem.

Mas somos uma comunidade e a primeira situação sempre ocorre quando nos damos conta disso. Sempre devemos olhar o melhor para nós como sociedade. Seja comprando no comercio local quando possível, valorizando e divulgando o trabalho de um colega ou amigo.

O segundo cenário, ocorre quando apenas nos contaminamos com bom astral.

Vamos a um exemplo bem didático de contaminação de astral: “O motorista pode correr a quarta série não tem medo de morrer”, ou qualquer outro canto de pré-adolescente se encaixa no contexto, você é carregado pelo astral que o ambiente te impõe. 
Mas e se a pessoa, ou até mesmo você, for aquela pessoa que impõe o astral, positivo no caso?

Vamos a um exemplo real, ONGs que levam descontração para hospitais infantis. Não preciso dizer que hospital não é um mar de alegrias, e que uma pessoa feliz não consegue geralmente contaminar muita gente lá, mas essas pessoas têm esse dom e contaminam todo um hospital trazendo sorrisos.

E no dia a dia? É possível o mesmo efeito?

Quem chegou no trabalho viu um humor generalizado e baixo. E em seguida, alguém trouxe o astral pra cima, algum colega que contagiou os outros com bom humor. Sabe aquele dia que você estava especialmente mais cansado, mais infeliz, desgostoso de estar ali, e alguém tem a ideia de sair pra almoçar fora num lugar diferente, ou pedir uma comida, ou quem sabe um jogo pro intervalo.

No fim não importa o que foi levado por alguém para o ambiente, mas o resultado. Uma a uma as pessoas são sugadas para aquele ambiente com um astral mais leve. Afinal somos humanos, temos nossas oscilações, temos nossos momentos, e podemos ajudar quem não está num bom momento compartilhando um pouco do nosso.

Mas afinal? Quem somos nesses casos? Quem queremos ser?

Vivemos em comunidade, existimos porque trabalhamos juntos, tendo ou não consciência disso, mas a grande mudança se dá quando tomamos consciência disso e nos tornamos parte desse esquadrão de heróis invisíveis.

Já contou pro seu herói invisível como ele foi importante pra você hoje? Acho que devia, você pode se tornar o dele.
 
Fonte da Imagem: keyword-hero.com


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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Pedro Brant

Brainstorm sobre anjos

Este ano de 2018 foi no mínimo inusitado, mínimo mesmo, acho que faltariam adjetivos para descrevê-lo, por isso não vou nem tentar. Porém, mesmo neste turbilhão de ano, cruzei com vários anjos, alguns novos, outros nem tanto. Estranho ver isso sair de um ateu, né? Mas não estou falando de anjos literais, mas de pessoas angelicais que trouxeram reflexões, evoluções, mudanças pra mim e para a minha vida.

Várias dessas pessoas imaginei que fossem demônios cruzando minha vida. Enquanto cruzava com eles colecionei raiva, tristeza, e todo tipo de sentimento ruim, não conseguia ver no momento nada de bom vindo daquelas pessoas. Entretanto, aqui estou, e , de forma inimaginável, agradecendo por ter cruzado com elas.

Muitas dessas pessoas foram verdadeiros anjos. Era notável o bem que traziam enquanto estavam comigo, independente do período e do local que passamos juntos, foram pessoas que surgiram de forma inesperados, e deixaram algo bom em mim.

Este é meu resumo de 2018, um ano cheio de acontecimentos, nenhum deles apenas por minha causa, todos com toques de anjos. E são sobre nossos anjos que venha falar. Tenho certeza que todos cruzamos com várias pessoas ano passado que deixaram uma marca, boa ou ruim. Um colega, um chefe, um amigo, um amor, um rival, por que não? E mais que marcas, já se perguntou o que teria acontecido contigo se não tivesse cruzado com esta pessoa? Meu ano seria completamente diferente, e tenho certeza que de muitos também seria.

Ao deixar uma marca positiva em ti, estas pessoas ganharam carinho e lembranças de ti. Meu ano foi repleto delas, algumas pessoas eu já conhecia, mas os atos só me lembraram dos anjos invisíveis que habitavam meu entorno e que a rotina me fez esquecer. Outros anjos eu conheci desde a virada do ano, até o seu absoluto término. São pessoas que apesar de suas próprias lutas e suas próprias feridas conseguem de alguma forma te ajudar. E, num ano tão pesado quando foi 2018, estas pessoas mereciam muito mais que o título de anjo deste texto.

Do outro lado da moeda temos pessoas que não sabem lidar com aquilo que carregam, sejam feridas ou fardos, e acabam por ferir aqueles que a cercam. Não são fáceis de conviver, muitas vezes nos vemos convivendo por simples obrigação, mas acredite em mim quando digo: não foi de todo mal. Todos tivemos esses demônios no nosso ano, foram mais que gostaríamos, talvez menos do que precisávamos. Não, não fiquei louco. Estas pessoas por mais que pareçam tóxicas no fim elas trazem algo bom, nos tornamos melhores ao lidar com elas. Aprendemos evoluir, nos tornamos melhores pessoas, se nos permitirmos a isso.

Poucos anos me trouxeram tantos demônios quanto 2018, mas nenhum me ensinou tanto com eles quanto este. Posso dizer que me tornei melhor com eles, e pude ver quando estava sendo demônio de outros, e pude aprender como melhorar para não ferir ninguém, para não ser mais demônios de ninguém.

Neste ano aprendi ser mais humano, aprendi ser mais empático, aprendi que posso ser mais eu, que se todos cuidarmos um pouco daqueles que estão ao nosso redor, sem ferir ninguém no processo, o mundo será melhor. Aprendi o óbvio, eu sei, mas é preciso viver para aprender, é preciso sentir para entender.

Num ano com tão pouco amor quanto foi 2018, aprendi a amar mais. Num momento tão egoísta da nossa sociedade, aprendi a ter mais empatia, solidariedade, e olhar pelo outro. Em momentos como estes que raiva impera aprendi a tentar trazer alegria de todas as formas sempre que puder. E nada disso aprendi sozinho, tudo isso aprendi pelas ações, conversas, ensinamentos, e convivência com meus anjos, transvestidos ou não de demônios. E a eles, todos eles, meu obrigado, pois graças a isso entro em 2019 mais preparado para tudo que esse ano me guarda.

Que novos anjos cruzem o caminho de todos nós e que nós estejamos prontos para receber aquilo que eles nos trazem. Porque no fim só temos uns aos outros.


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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Pedro Brant

Brainstorm sobre relações


Quantas pessoas você influenciou? Quantas pessoas levam consigo uma marca sua? Quantas destas marcas são boas? Quantas são ruins? Quanto cada parte de si que foi emprestada? Quantas delas te fizeram falta? Quanto isso te ensinou? Quanto isso te magoou?

Somos humanos, e, como humanos, somos sociais, uns mais, outros menos. Mas no fim todos somos. Quando interagimos trocamos ideias, conversas, afetos, raivas, experiências, sonhos, expectativas, trocamos tantas coisas até chegar ao ponto de trocarmos partes de nós.

Aqueles que nos cercam nos ensinam, sem ver e sem saber, nos moldam na base convivência, seja ela pela dor ou pelo amor. Desde das nossas primeiras interações, dos nossos mais primordiais contatos, vivemos relações de doação. Quando interagimos com alguém estamos sempre doando. Não conseguiria contar, nem nomear todas as pessoas que já me deixaram marcas, lembranças, ensinamentos, doações...

Já parou para notar quanto de ti você doa ao mundo? Quanto você entrega aqueles ao seu redor?  
Doamos de tudo, seja tempo, ajuda, conhecimento, apoio ou amor. Há, também, quem doe ódio, mal, rancor ou raiva. Mas não deixa de ser a entrega de uma parte daquilo que carregamos ao outro. Muitas vezes ao fazê-lo levamos conosco parte do outro também, nos tornando alguém diferente após este contato.

Às vezes, tudo isso acontece num simples contato, as vezes cria-se toda uma relação. Relações estas, que podem ser das mais diversas: familiares, amorosas, amizades, coleguismos e, até mesmo, inimigos.

Cada pessoa que deixamos entrar na nossa vida acaba levando um pouco de nós. Cada pessoa que entra nas nossas vidas acaba deixando um pouco de si. Relações saudáveis acontecem quando as trocas são justas e equivalentes. Estas relações nos permitem evoluir e crescer, nos tornamos mais humanos, melhores pessoas, sempre nos acrescentam. Você se verá doando partes de ti para várias pessoas ao longo da sua vida, com diferentes consequências, oras elas te engradecerão, e te darão retornos incríveis. Porém, diversas vezes serão doações injustas, quase egoístas, na qual um lado ganha um prémio melhor que o outro. Aquele amigo secreto que você dá uma caixa de chocolate e ganha uma meia.

O erro começa quando a troca é injusta. Quando um quer aproveitar aquilo que aqueles ao seu redor tem a lhe oferecer. Cultiva e cria relações egoístas, de tudo quer, de nada abre mão. Em diferentes momentos encontraremos estas pessoas em nossas vidas, em várias ocasiões elas conseguirão entrar em nossos caminhos. Só nos resta quando identificarmos, evitar tais trocas injustas.

Tudo bem, não podemos julgar alguém antes de conhece-lo. No fim a vida é feita de encontros e desencontros. Conheceremos muitos, manteremos poucos. Manteremos aqueles que as trocas serão sempre as melhores. Mas isso não mudará o fato que sempre carregaremos uma parte daqueles que cruzaram nosso caminho.

Afinal? Quanto de outros você carrega consigo?

Fonta da imagem original de @biaarantes: Instagram

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Pedro Brant

Brainstorm sobre normalidade

O que é ser normal? Você sabe? Você é? Não sou normal. Não é uma pergunta, é realmente uma constatação. Quanto mais os anos passam, quanto mais conheço as pessoas, mais percebo isso: não sou e nunca fui normal. Mas algo me chamou a atenção nisso tudo, nunca achei ninguém que fosse. Você conhece alguém normal?

Para conseguir responder se alguém é normal, primeiro, precisamos definir o que é ser normal. Quais são os requisitos, o que separa alguém normal de alguém considerado não normal? Cada um tem seu conjunto de coisas consideradas normais, mas todas oscilam no entorno da cultura macro em que vivem.

Quantas pessoas normais você conhece? O que elas têm em comum? O que as fazem parecer normais, serem normais?

Não consigo dizer por países e regiões que fogem muito a nossa realidade, mas olhando apenas para nosso mundinho existem infinitas normas e regras que você tem que seguir para ser normal. Façamos um exercício, imagine alguém absolutamente normal. Irei ajudar, uma pessoa normal segue diferentes normas, códigos e convenções socioculturais, entre elas temos códigos de vestimenta, alimentação, comportamento (que variam da forma de andar até a forma de falar) e chegamos ao ridículo de algumas regras que consideram o físico e condição física de cada um. 

Tenho certeza que você foi montando um personagem extremamente chato e quadrado. Alguém que se existisse de verdade seria uma pessoa tão normal que chegaria ao ponto de ser estranha. Mas pera. Então a pessoa absolutamente normal soa anormal?

A ironia aqui é essa. A normalidade não existe. Somos anormais porque somos únicos. Cada um de nós tem seus defeitos, manias, interpretações da vida em sociedade, que, enquanto não faz mal aos outros, não é errada. Acabamos chamando de normal pessoas que seguem uma grande porcentagem das regras socioculturais dos normais, mas no fim ninguém seguem todas.

Não tem problema cantar no banho, dançar no shopping enquanto escuta música no fone de ouvido, comer batata frita com sorvete, gostar de pizza fria de café da manhã, tomar café de noite, não dormir de noite para dormir de tarde, falar de sexo na roda de amigos, pintar o cabelo de rosa, cortar o cabelo com moicano reverso, comer chocolate com bacon, gostar de passas na ceia de natal, escrever um blog com textos aleatórios.

Tudo isso é normal, pra quem faz, pra quem gosta, e não afeta ninguém. O fato de sermos únicos é uma das coisas mais mágicas da sociedade. Nossas anormalidades nos unem, nos deixam melhores, nos completam. Se olhar para as pessoas com quem tem afinidade verá que tem quase tantas semelhanças quanto possível, mas no fim ainda são seres únicos. Acabamos nos cercando de pessoas tão anormais quanto nós, mas que ainda tem o que nós acrescentar.

Não é errado ser anormal, ser diferente, ser louco, afinal, todos somos. Somos únicos, isso que faz o mundo divertido, isso faz conviver com os outros divertido, que, no fim, faz a vida ter graça. Ser normal é chato, então, sinto muito a todos, eu não sou normal, e nem vou me esforçar pra ser, mas sou algo muito mais especial, sou único, como todos somos. A todos nós uma jornada nada normal pela vida.



Fonte: Colegioweb

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